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25/10/2017 18:15:00

Direito

Segunda noite da Semana Jurídica é marcada com palestrante da Interpol

Autor: Dieny Vieira - Acadêmica de Jornalismo

A segunda noite da Semana Jurídica 2017 do curso de Direito da FASIPE foi marcada com a palestra ministrada pelo membro da Interpol Dr. Carlos Magno de Deus Rodrigues, que trouxe para debate o tema ferramentas da Interpol para o combate ao tráfico e a exploração de pessoas, e o combate a redes de facilitação de imigração ilegal.

Carlos trabalhou durante 15 anos na área de tráfico de drogas, de inteligência e outros crimes quando foi designado para representar o Brasil, no escritório regional da Interpol em Buenos Aires onde passou três anos trabalhando no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas e onde teve a oportunidade de trabalhar no combate ao tráfico de pessoas e a imigração ilegal.

“Após um ano desempenhando as minhas funções, no escritório regional da Interpol, duas colegas uma colombiana e uma chilena que eram responsáveis pelo combate ao tráfico de pessoas e imigração ilegal, me pediram um apoio para desenvolver algumas atividades no Brasil. Eu aceitei e comecei a trabalhar com elas quando passei a conhecer o tema e perceber a sua gravidade me apaixonei. Mas esse é um crime muito triste, você perceber que a pessoa esta sendo tirada do seu país esta sendo enganada e levada, para fazer trabalho escravo, trabalhos forçados e exploração sexual é muito triste”, salientou em sua fala Dr. Carlos.

A Semana Jurídica do curso de Direito da Faculdade Fasipe deste ano tem como tema central o Direito Humanizado o Coordenador Rodolfo Fares Paulo explica o porquê da escolha do tema e qual a importância de se trazer palestrantes de fora. “A escolha do tema pelo professor Cristiano Peixoto que é organizador da Semana Jurídica, se deve principalmente pelo fato da idéia de tirar o acadêmico daquele perfil totalmente tecnicista e mostrar para ele a realidade que temos hoje no planeta”, disse Rodolfo.

“Os assuntos que estão sendo abordados são situações que o aluno na maioria das vezes só vê na mídia, na televisão ou nos jornais impressos, mas não sente na pele o que é realmente”, concluiu o coordenador.

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