O curso de Psicologia da Fasipe junto com Associação Práxis Sinop desenvolve o projeto “Invisibilidade Social- parte fundamental da engrenagem”, na 11ª Festa do Milho, realizada de 19 a 21 de maio na Faculdade.
O projeto surgiu das indagações sobre as pessoas que desenvolvem trabalhos de limpeza e por realizarem serviços de limpeza e conservação, são consideradas invisíveis. Para o professor especialista em Psicologia Comunitária, Rafael Alexandre Prado, isso acontece por motivos sociais, culturais, econômicos e estéticos.
Para a universitária Sabrina Ribeiro Rodrigues a inviabilidade não só é provocada pelo fator econômico. “A educação familiar é determinante para a maneira como as pessoas tratam o outro”, completa.
O objetivo é avaliar e entender como a invisibilidade afeta a autoestima das zeladoras da Fasipe e valorizar o trabalho que desenvolvem. “Reconhecer e respeitar a identidade social delas”, conclui Prado.
Nas reuniões realizadas com as zeladoras, elas levantaram a seguinte questão; nunca participaram da Festa do Milho e que gostariam de experimentar os produtos fornecidos na festa.