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03/03/2015 00:00:00

Geral

Engenharia de Produção: o papel do engenheiro de produção em tempos de otimização

Autor: Assessoria com Daniele Custodio

A palavra da “moda” é otimizar. Mais do que economizar (seja água, eletricidade, combustível, tempo...), boa parte dos brasileiros hoje está se preparando para aproveitar melhor aquilo que lhes  é disponível. Neste contexto, há um profissional no mercado de trabalho, muitas vezes infiltrado em diversos setores, que vem ganhando destaque justamente por proporcionar  melhoria  no  gerenciamento  de  fluxos  e atendimento em diversas empresas. Trata-se do engenheiro de produção, que pode ganhar de R$ 7 mil a R$ 22 mil, dependendo do cargo. A FASIPE oferece o curso de Engenharia  de  Produção, coordenado  pelo  Engenheiro  e  Professor  Pedro  Paulo  Anacleto. “Há sempre certa dúvida sobre o que efetivamente faz um engenheiro de produção. O que o acadêmico tem que saber é que o leque de opções que ele tem é enorme, e possibilita sua inserção em diversos setores, de gigantes, como Unilever, até mesmo no campo, acompanhando o andamento de uma determinada cultura”.

Ao citar uma grande empresa, Anacleto apresenta quais funções podem ser  desempenhadas  pelo  engenheiro.  “Quando há o estudo  para o lançamento  de um novo produto, há  a presença de um  engenheiro  de produção, que saberá  dimensionar  tamanho  de  máquina, efetividade, dados sobre a produção, bem como coordenar e gerenciar o trabalho de ‘chão de fábrica’, daquele pessoal que está efetivamente no batente”, explica. “(A presença do engenheiro) também possibilita a melhoria em linhas já existentes, otimizando o trabalho – e  isso vai trazer grandes vantagens para a empresa, porque até seus gastos podem ser reduzidos, proporcionalmente aos lucros que aumentam”, emenda.

 

MT/SINOP

 

Se gigantes nacionais e multinacionais não são tão presentes em Mato Grosso, o engenheiro de produção se adapta ao que o Estado fornece de maior riqueza: o agronegócio. “O profissional pode trabalhar em toda a cadeia, principalmente ao que se refere à logística e negociação de grãos e cereais. Cada vez mais os produtores se preocupam com custos relacionados à compra de grãos,  de herbicidas, maquinário e transporte. Então é nessa lacuna que o engenheiro entra”, explica Pedro Anacleto.

Recém-chegado à coordenação, Pedro Paulo Anacleto destaca qual o primeiro objetivo a ser  alcançado. “A implantação de uma Empresa Júnior, em que os acadêmicos saibam lidar com diferentes nichos, é a nossa maior meta de momento, porque à instituição representa quase zero de custos”, encerra.

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