JÁ É ALUNO?
25/05/2017 00:00:00

Curso de Jornalismo é responsável pelo cobertura da Festa do Milho

Autor: Isabella Laurindo e Kelvin Paulo

A 12ª edição da Festa do Milho começou na quinta-feira (25) e a cobertura total do evento é realizada pelos acadêmicos do curso de Jornalismo, que se revezam entre as atividades de rádio, telejornalismo, assessoria de imprensa, apoio técnico, fotojornalismo e foto social.

O projeto da cobertura inicialmente era composto apenas pela atividade de rádio e dois anos depois, em 2015, inicia-se a cobertura completa. Para o coordenador do curso, José Roberto Gonçalves, este projeto é extremamente importante tanto para o público presente, quanto para os acadêmicos, que estão cada ano mais envolvidos com as atividades.

As atividades de foto são divididas entre quatro alunos por noite, que se revezam entre fotojornalismo e foto social. O fotografo Thiago Silva participa do evento como aluno e profissional e diz que “a expectativa é boa por ser um evento que já é referência no município e por envolver um grande público acadêmico de Sinop e região”.

Em assessoria de imprensa, os alunos produzem matérias escritas para o site da Instituição a respeito das novidades e atrações do evento. “É muito interessante, porque você põe em prática tudo que você aprende em sala de aula, acho que todos deveriam fazer isso para ter uma noção do que iremos fazer fora da faculdade”, relata a aluna do 7° semestre, Helóra Camilotti.

A rádio, atividade mais antiga da cobertura, é a responsável pelo entretenimento e informações durante o evento. A aluna e cantora Ana Paula Batista está bem animada com o evento e espera ótimos resultados com as atividades realizadas pela rádio. “Além de entreter com a música, a rádio serve para o pessoal saber tudo que está acontecendo na festa”, conta Ana Paula.

No telejornalismo, os repórteres, produtores, cinegrafistas e editores trazem novidades para o público, com o intuito de fomentar ainda mais a festa. “Como aluno, a importância é aprender a desenvolver o trabalho como jornalista e repórter de rua, entrevistar as pessoas, fazer a abordagem e depois concluir com trabalho de edição”, revelou o acadêmico Bruno Bortolozo.

(66) 3023-3050