Os acadêmicos do curso de Odontologia da Faculdade Fasipe (tanto do período matutino quando do noturno) tiveram a oportunidade de participar de reuniões nesta sexta-feira (30) com o consultor Eduardo Pizzatto, cuja vinda para Sinop tem se tornado rotina nos últimos meses. Isso porque ele está intimamente ligado à estruturação e busca pela excelência que o curso de Odonto na Fasipe almeja.
Dentista, professor e coordenador de Odontologia na Universidade Positivo, em Curitiba/PR, Pizzatto participou ativamente da construção e fortalecimento do curso, tanto na parte estrutural quanto na aquisição de equipamentos necessários à prática odontológica. Tal experiência contribui significativamente para indicar o "caminho certo" que a Fasipe deve tomar.
“O objetivo dessa minha presença em Sinop é estruturar o curso de Odontologia (da Fasipe) para se tornar rapidamente referência no Centro-Oeste e até mesmo no Brasil. Nossa consultoria presencial começou em maio, e desde então estamos planejamento a parte física e estrutural das clínicas e estruturas em anexo”, explica Pizzatto.
O primeiro contato entre a Fasipe e o consultor foi realizado em novembro de 2014, quando o diretor-presidente Deivison Benedito Campos Pinto e a diretora-geral Magda Andrea Penha de Moura conheceram diversos cursos de Odonto pelo Brasil e se interessaram muito pela estrutura oferecida pela Positivo.
“Entre os cursos de instituições particulares, nós somos o melhor no Paraná e o segundo melhor em todo o Brasil. Então acredito que seja esse padrão de qualidade que o professor Deivison queira implantar aqui na Fasipe. É um curso que envolve investimentos, tanto estrutural quanto em equipamentos, não pode haver erros nesse sentido. Tem que ser dado um passo certeiro na direção da excelência”, indica Eduardo Pizzato.
“O ‘know how’ que o Pizzatto traz é de extrema importância. Ele está na Positivo há 15 anos, praticamente desde o seu início, então já passou por tudo. São muitas sugestões e experiências para que nós não cometamos os erros que ele já enfrentou até acertar”, destaca o coordenador de Odonto da Fasipe, Carlos Henrique Justus.
Os trabalhos de Pizzatto estarão encerrados quando os prédios estiverem prontos? “Nossa preocupação, em um primeiro momento, é com a estrutura, instalações físicas das clínicas, depois estruturação dos cursos de pós-graduação, atualizações, aperfeiçoamentos, toda essa formatação de grades, reestruturação curricular. É um trabalho a médio e longo prazos”, indica.
LABORATÓRIOS
De acordo com o consultor, a construção dos laboratórios será feita de forma gradativa. “Não tem necessidade de que esteja tudo pronto de imediato, mesmo porque boa parte não seria usada [atualmente, o curso de Odonto está no quarto de um total de 10 semestres]. Até seria um contrassenso construir agora, porque colocaríamos os equipamentos que só seriam usados em 2017, 2018, e até lá eles já perdem a garantia”.
Segundo Justus, a clínica para atendimento, com 18 cadeiras, e mais dois laboratórios (além dos dois já existentes) estão em construção e devem ficar prontos até fevereiro do ano que vem, quando inicia o semestre 2016/1.
ENVOLVIMENTO
A reunião foi proposta pela direção após os acadêmicos do curso apresentarem uma pauta de reivindicações. “A construção do curso, seja ele qual for, se dá muito mais pelo aluno do que pelo professor. Nós já somos formados, temos nossas instituições, quem vai ser o ‘filho’ da casa é o aluno, então ele deve participar ativamente. Eu vejo qualquer curso de qualquer instituição como uma grande família”, encerra Eduardo Pizzatto.